3º ano constrói biruta que indica a direção do vento

Alunos trabalham em equipe e ampliam o conhecimento sobre o tempo


A previsão do tempo sempre foi um elemento importante para a humanidade. Várias atividades dependem das condições climáticas. Graças à tecnologia, hoje, é possível prever bem se irá chover, nublar ou fazer Sol. A turma do 3º ano, da unidade Alphaville e Granja Viana, se encantou com esse aprendizado e conheceu a profissão do meteorologista.


“Será que vai chover hoje? E amanhã? Para sabermos como estará o tempo, precisamos da ajuda dos meteorologistas. Vimos que esses profissionais utilizam alguns instrumentos para prever o tempo, como a biruta. Ela é utilizada para verificar a direção do vento”, explica a professora Claudia.


Para enriquecer essa aula cheia de curiosidades, os alunos criaram sua própria biruta. Em grupos, escolheram materiais e cada um teve sua função durante a sua construção. Eles trocaram ideias sobre os conceitos e a funcionalidade desse instrumento, buscaram soluções para montar, exercitaram o respeito à opinião dos colegas, trabalharam juntos, criaram, aprenderam e se divertiram.


“A atividade abriu espaço para o diálogo e a criação coletiva. As crianças levantaram hipóteses e concluíram a biruta depois de testes e experiências. Esse aprendizado na prática amplia o conhecimento e desperta nelas a vontade de aprender ainda mais”, ressalta a professora.


Na unidade Granja Viana, o professor Victor, de biologia, falou sobre as nuvens, em especial, apresentou a cumulonimbus. Esta é a causadora das tempestades tão comuns agora no verão. Abordou a diferença entre furacões, tornados e ciclones. Ele trouxe vídeos e muita observação. Além da biruta, a turma fez uma experiência para comprovar a subida do ar quente.

“Simulamos a formação de uma nuvem. A água quente colocada no copo representa a evaporação na natureza. A forma com gelo simboliza o ar frio na atmosfera. Quando o ar quente e úmido sobe até o topo do copo, encontra um ambiente frio e se resfria. Assim, formam-se pequenas gotas, como acontece no céu. As crianças se empolgaram em todo o processo e se apropriaram do conteúdo”, finaliza a professora Luciana.